Hoje discuti com a minha família dizendo que já faz tempo demais...Eles dizem que ainda há tempo. Dizem que ainda posso esquecer.A verdade é que já se passam quase três anos. Quase três anos desde o fim... E desde o início, tudo ainda está guardado em mim.
Uma nova história se inicia: com começo, meio e, espera-se que, sem fim. Quanto a isso, não há divergências..Nem mesmo quanto a mim.
Não procuro futuro no que já passou(naquilo que há futuro).
Mas ainda há história em tudo o que já acabou... Dúvidas a serem sanadas, palavras que esperam ser ouvidas e....
Doth I protest too much?
This is about me. It's all about me. It has always been about me.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Misunderstandings
You've been holding yourself back for too long now.
You've been doing nothing but taking up space and contributing to global warming.
You're useless right now.
Useless.
You've been doing nothing but taking up space and contributing to global warming.
You're useless right now.
Useless.
Primeiro de Setembro.
Eu não deveria tentar conquistar teu amor como se nós já não nos conhecêssemos.
Eu não deveria tentar te fazer não enjoar de mim, como se nossa relação não fosse recíproca.
Eu não deveria maneirar nas ligações, nem nos beijos e abraços porque nós nos amamos
E o teu amor por mim deveria ser maior que o que sinto por ti
Porque é assim que as coisas tem sido;
O mundo se deu assim:
Como nós deveríamos ser
Como deveríamos ter sido.
Eu não deveria tentar te fazer não enjoar de mim, como se nossa relação não fosse recíproca.
Eu não deveria maneirar nas ligações, nem nos beijos e abraços porque nós nos amamos
E o teu amor por mim deveria ser maior que o que sinto por ti
Porque é assim que as coisas tem sido;
O mundo se deu assim:
Como nós deveríamos ser
Como deveríamos ter sido.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Kikiko... Que querido, Kiko!
Não vou usar este post para despejar orações poéticas sobre os meus sentimentos quanto à morte do meu tio.
Ele faleceu hoje, às 20:26, depois de dias e dias de muita luta e sofrimento.
O tio Kiko passou grande parte da vida achando que queria morrer. Nunca quis ir ao médico, nem ao dentista. Não tinha mais muitos dentes na boca e dizia que se fosse ao médico seria só para pegar seu atestado de óbito.
O negócio dele era a cerveja, a cachaça... 15 martelinhos por dia.
Já foi de tudo um pouco nessa vida. Já foi motorista, já foi marcineiro, eletrecista, segurança, pintor, agricultor, noivo, pai de família, bom amigo e cachaceiro.
Meu pai disse que ele aproveitou a vida melhor do que nós. Não duvido.
Ele viveu tudo o que pôde com sua bicicletinha e senso de humor inabalável!
Nos últimos anos ele andava com os pés inchados, com cãibras fortes, manchas no corpo e perdendo peso... Mesmo assim nunca quis saber de médicos. Continuou vivendo a vida como se não sentisse dor: cuidando dos seus peixinhos, galinhas e cachorros; plantando flores no meio da rua, em frente ao restaurante dos seus amigos, para que eles tivessem uma vista bonita; namorando, cuidando da horta, me dando chocolatinhos, abraços e consolos;
e bebendo, é claro.
Até que, finalmente, não muito tempo atrás, algo aconteceu. Ele pediu ajuda! QUERIA VIVER!!
Parou de beber, foi no médico, e voltou a ficar bem perto de nós: sua família.
Para aqueles que não sabem, nossa família não é muito grande. Não temos ninguém além de nós mesmos: minha tia Lúcia, meu tio Kiko e minha mãe. Ele, o único homem da família, o caçula dos irmãos; o mais mimado pela minha, já falecida, vó.
O Kiko nunca soube o quanto nós o amávamos, o quanto a gente precisava dele, e foi descobrir isso só agora - alguns diriam que tarde demais. Eu discordo.
Lembro que algumas semanas atrás, quando ele já tinha voltado do hospital e estava morando aqui em casa conosco, minha tia Lúcia e eu estávamos conversando sobre milagres. Eu, sempre pessimista (ou realista) tinha medo que fosse tarde demais para uma cura. Achava que só um milagre pudesse fazer ele ficar bem de novo.
Ela me falou as palavras que eu jamais vou esquecer: que talvez o fato de a nossa família estar tão unida novamente fosse o verdadeiro milagre. O milagre que esperávamos já estava acontecendo!
Não foi tarde demais! Foi na hora certa, no tempo limite.
Nesses últimos meses nós fomos muito felizes, o Kiko foi muito feliz - não há dúvida quanto a isso.
Aqui em casa nós dormíamos todos juntos na sala. Os três irmãos lembravam de brincadeiras de infância, de professores do colegial, da adolescência, de grande parte da vida deles que eu nunca saberia; partes da vida que eles não ousavam lembrar! A gente assistia filmes, comia comidas saudáveis, brincava e ria o tempo todo que ele estava bem. E ele dizia estar SEMPRE bem!!!
Minha mãe e tia limparam toda a casa dele. Deixaram a casa quase como quando minha vó morava ali. Ele ficou muito feliz! Porque ele sempre gostou de tudo limpinho, sempre foi muito caprichoso... Mas mesmo com a casinha dele toda limpinha, ele continuava morando aqui em casa com a gente. Se sentia em casa, como ou mais que em qualquer outro lugar que ele já morou. Nós éramos uma família novamente!
Infelizmente, Deus talvez já tendo nos garantido um milagre, não nos concedeu outro... e a saúde do meu tio não era mais a mesma. Fomos para o hospital mais uma vez, e pela última vez.
Fizeram de tudo por ele lá, tudo que era possível ser feito pelas mãos do homem. O Kiko não queria desistir. Carinhoso e amável como sempre, ficou lá por mais um mês. Lutou pela vida dele e acreditou na vida mais do que qualquer outra pessoa que eu conheço. Ele acreditou até o último suspiro que iria ficar bem, e nós também. Seja fazendo palhaçadas quando tinha forças ou só concordando com a cabeça para dizer que estava bem, para dizer que nos amava.
As memórias que eu tenho dele são as melhores. Lembro da vez que ele enrolou um abacate em forma de ovo de páscoa e me mentiu que era um ovo maciço de chocolate branco; das orelhas de coelho de páscoa, que era a única parte que ele comia; da vez que ele entrou aqui em casa gritando, furioso, que alguém de nós tinha pego a BICICLETA dele, repetindo a palavra BICICLETA mil vezes - o que fez minha melhor amiga quase se mijar de tanto rir; lembro da vez que ele me viu andando a pé na rua e me trouxe pra casa abraçado em mim, com muito carinho, conversando e rindo; as tantas vezes que ele batia na minha janela pra falar uma besteira qualquer, lembro da vez que ele acordou no meio da noite e pediu para que minha mãe e eu o ensinasse a rezar, porque ele já não lembrava mais; tenho infinitas memórias e lembro e lembro e lembro... Agora só nos resta lembrar.
Acho que cada pessoa que o conheceu tem alguma coisa boa a lembrar. Do meu tio, do irmão, do amigo, do homem corajoso, justo, humilde e sempre disposto que ele foi.
Vou amar meu tio enquanto eu existir e agradeço a ele por ter nos dado a chance de ficar ao lado dele enquanto deu.
Laurentino Lemos, o teu bichinho, tua gordinha coxuda, tua bonitinha TE AMA.
Fica bem aí onde tu está, porque essas lágrimas não são de tristeza. São de saudade e admiração pela tua força e fé. OBRIGADA POR FAZER PARTE DA MINHA VIDA, DA MINHA FAMÍLIA E DO MEU CORAÇÃO.
R.G.Andrade
Ele faleceu hoje, às 20:26, depois de dias e dias de muita luta e sofrimento.
O tio Kiko passou grande parte da vida achando que queria morrer. Nunca quis ir ao médico, nem ao dentista. Não tinha mais muitos dentes na boca e dizia que se fosse ao médico seria só para pegar seu atestado de óbito.
O negócio dele era a cerveja, a cachaça... 15 martelinhos por dia.
Já foi de tudo um pouco nessa vida. Já foi motorista, já foi marcineiro, eletrecista, segurança, pintor, agricultor, noivo, pai de família, bom amigo e cachaceiro.
Meu pai disse que ele aproveitou a vida melhor do que nós. Não duvido.
Ele viveu tudo o que pôde com sua bicicletinha e senso de humor inabalável!
Nos últimos anos ele andava com os pés inchados, com cãibras fortes, manchas no corpo e perdendo peso... Mesmo assim nunca quis saber de médicos. Continuou vivendo a vida como se não sentisse dor: cuidando dos seus peixinhos, galinhas e cachorros; plantando flores no meio da rua, em frente ao restaurante dos seus amigos, para que eles tivessem uma vista bonita; namorando, cuidando da horta, me dando chocolatinhos, abraços e consolos;
e bebendo, é claro.
Até que, finalmente, não muito tempo atrás, algo aconteceu. Ele pediu ajuda! QUERIA VIVER!!
Parou de beber, foi no médico, e voltou a ficar bem perto de nós: sua família.
Para aqueles que não sabem, nossa família não é muito grande. Não temos ninguém além de nós mesmos: minha tia Lúcia, meu tio Kiko e minha mãe. Ele, o único homem da família, o caçula dos irmãos; o mais mimado pela minha, já falecida, vó.
O Kiko nunca soube o quanto nós o amávamos, o quanto a gente precisava dele, e foi descobrir isso só agora - alguns diriam que tarde demais. Eu discordo.
Lembro que algumas semanas atrás, quando ele já tinha voltado do hospital e estava morando aqui em casa conosco, minha tia Lúcia e eu estávamos conversando sobre milagres. Eu, sempre pessimista (ou realista) tinha medo que fosse tarde demais para uma cura. Achava que só um milagre pudesse fazer ele ficar bem de novo.
Ela me falou as palavras que eu jamais vou esquecer: que talvez o fato de a nossa família estar tão unida novamente fosse o verdadeiro milagre. O milagre que esperávamos já estava acontecendo!
Não foi tarde demais! Foi na hora certa, no tempo limite.
Nesses últimos meses nós fomos muito felizes, o Kiko foi muito feliz - não há dúvida quanto a isso.
Aqui em casa nós dormíamos todos juntos na sala. Os três irmãos lembravam de brincadeiras de infância, de professores do colegial, da adolescência, de grande parte da vida deles que eu nunca saberia; partes da vida que eles não ousavam lembrar! A gente assistia filmes, comia comidas saudáveis, brincava e ria o tempo todo que ele estava bem. E ele dizia estar SEMPRE bem!!!
Minha mãe e tia limparam toda a casa dele. Deixaram a casa quase como quando minha vó morava ali. Ele ficou muito feliz! Porque ele sempre gostou de tudo limpinho, sempre foi muito caprichoso... Mas mesmo com a casinha dele toda limpinha, ele continuava morando aqui em casa com a gente. Se sentia em casa, como ou mais que em qualquer outro lugar que ele já morou. Nós éramos uma família novamente!
Infelizmente, Deus talvez já tendo nos garantido um milagre, não nos concedeu outro... e a saúde do meu tio não era mais a mesma. Fomos para o hospital mais uma vez, e pela última vez.
Fizeram de tudo por ele lá, tudo que era possível ser feito pelas mãos do homem. O Kiko não queria desistir. Carinhoso e amável como sempre, ficou lá por mais um mês. Lutou pela vida dele e acreditou na vida mais do que qualquer outra pessoa que eu conheço. Ele acreditou até o último suspiro que iria ficar bem, e nós também. Seja fazendo palhaçadas quando tinha forças ou só concordando com a cabeça para dizer que estava bem, para dizer que nos amava.
As memórias que eu tenho dele são as melhores. Lembro da vez que ele enrolou um abacate em forma de ovo de páscoa e me mentiu que era um ovo maciço de chocolate branco; das orelhas de coelho de páscoa, que era a única parte que ele comia; da vez que ele entrou aqui em casa gritando, furioso, que alguém de nós tinha pego a BICICLETA dele, repetindo a palavra BICICLETA mil vezes - o que fez minha melhor amiga quase se mijar de tanto rir; lembro da vez que ele me viu andando a pé na rua e me trouxe pra casa abraçado em mim, com muito carinho, conversando e rindo; as tantas vezes que ele batia na minha janela pra falar uma besteira qualquer, lembro da vez que ele acordou no meio da noite e pediu para que minha mãe e eu o ensinasse a rezar, porque ele já não lembrava mais; tenho infinitas memórias e lembro e lembro e lembro... Agora só nos resta lembrar.
Acho que cada pessoa que o conheceu tem alguma coisa boa a lembrar. Do meu tio, do irmão, do amigo, do homem corajoso, justo, humilde e sempre disposto que ele foi.
Vou amar meu tio enquanto eu existir e agradeço a ele por ter nos dado a chance de ficar ao lado dele enquanto deu.
Laurentino Lemos, o teu bichinho, tua gordinha coxuda, tua bonitinha TE AMA.
Fica bem aí onde tu está, porque essas lágrimas não são de tristeza. São de saudade e admiração pela tua força e fé. OBRIGADA POR FAZER PARTE DA MINHA VIDA, DA MINHA FAMÍLIA E DO MEU CORAÇÃO.
R.G.Andrade
terça-feira, 28 de setembro de 2010
I fucking hate love songs
I would have written all your love songs
and have them addressed to me
address them to me
Them all to me
I would have carried you on my shoulders
if it weren't so heavy
(if it weren't so heavy)
On me
I would have given all you wanted
if you had wanted
(if you had wanted)
only me.
I would have done it all for you, babe
ain't it all for you, babe
after all?
I would have done it all for you, babe
Cause it's all for you, babe
Even this!
etc
and have them addressed to me
address them to me
Them all to me
I would have carried you on my shoulders
if it weren't so heavy
(if it weren't so heavy)
On me
I would have given all you wanted
if you had wanted
(if you had wanted)
only me.
I would have done it all for you, babe
ain't it all for you, babe
after all?
I would have done it all for you, babe
Cause it's all for you, babe
Even this!
etc
domingo, 26 de setembro de 2010
Oldie
Maybe for her he'll write my love song
For her he'll settle down
To her he will be faithful
With no regrets at all.
Then he will take her to the movies
and introduce her to his dad.
Maybe she'll carry in her womb
the child I never had.
No you didn't love me
but oh, you didn't know
Cause when you weren't near me
Your feelings didn't show
(I guess youll never know)
With her he will make plans
And promise anything
She will have all my dreams come true
(...)
He will cherish her innocence
And try not to use profanity
He will love her effortlessly
(...)
TO BE COMPLETED.
For her he'll settle down
To her he will be faithful
With no regrets at all.
Then he will take her to the movies
and introduce her to his dad.
Maybe she'll carry in her womb
the child I never had.
No you didn't love me
but oh, you didn't know
Cause when you weren't near me
Your feelings didn't show
(I guess youll never know)
With her he will make plans
And promise anything
She will have all my dreams come true
(...)
He will cherish her innocence
And try not to use profanity
He will love her effortlessly
(...)
TO BE COMPLETED.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
You give rhythm to my feelings
and I turn your melodies into words
And we sing:
Gracefully, you
Me, out of tune.
We do fight,
more than couples should
But we're best friends,
so we are excused.
and I turn your melodies into words
And we sing:
Gracefully, you
Me, out of tune.
We do fight,
more than couples should
But we're best friends,
so we are excused.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Dab the breaks
Slow your pace.
Don't exaggerate!
Though you're running out of time
To make things right
To mend mistakes
To start again
(...)
Don't exaggerate!
Though you're running out of time
To make things right
To mend mistakes
To start again
(...)
domingo, 19 de setembro de 2010
:)
Fuck you a lot, Mr. Mister.
Fuck you so much.
You've made my life so miserable
I thank you very, very much.
if it wasn't for it, I'd never get to know
how good if feels to
get to let you go.
Fuck you,
fuck you sooo
(...)
Fuck you so much.
You've made my life so miserable
I thank you very, very much.
if it wasn't for it, I'd never get to know
how good if feels to
get to let you go.
Fuck you,
fuck you sooo
(...)
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
responses
Pretty far when I'm down
You are
Close enough to know when I'm fine
You are
Now saying that you never left
You are
Making sure my words will bleed (for you) again
so you can feed yourself with them.
You give me time
To scream in pain, to cry out loud
And curse out your name
You give me time
To feel the sorrow, to think of you
(give) Time to time
I'm over you.
I'm over you.
You come and go
You seem to always know when I'm back on track
then you come back
To pull me up
and drag me down.
You say you love me
to hear me say 'I love you, too'.
We pour our hearts out
I mean it,
but do you?
You leave again.
I write and I sing for you
You love what I do
because you know I do it for you.
(...)
You are
Close enough to know when I'm fine
You are
Now saying that you never left
You are
Making sure my words will bleed (for you) again
so you can feed yourself with them.
You give me time
To scream in pain, to cry out loud
And curse out your name
You give me time
To feel the sorrow, to think of you
(give) Time to time
I'm over you.
I'm over you.
You come and go
You seem to always know when I'm back on track
then you come back
To pull me up
and drag me down.
You say you love me
to hear me say 'I love you, too'.
We pour our hearts out
I mean it,
but do you?
You leave again.
I write and I sing for you
You love what I do
because you know I do it for you.
(...)
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
14/08
Amanhã, mesmo que sóbria
Não vou apagar meu comentário alcoólico.
Estou bebendo desde as 18 hrs.
Não sei que horas são
mas sei que já passam das 6.
Cerveja!
"Cerveja não dá nada"
já dizia meu tio, que um dia teve 21 anos
como eu,
e que bebeu cachaça até ontem
Mais de trinta anos depois...
Hoje internado em um hospital qualquer,
como um bêbado qualquer,
de um bairro qualquer
da cidade onde vivemos.
Dizem que é cirrose.
Dizem: uma médica qualquer.
Uma médica: que um dia quis ser médica tanto quanto eu quero ser,
Pelo mesmo motivo que hoje quero ser,
Que não sabe da metade da história que vivemos
Nem até onde chegamos.
E que já se esqueceu daquela que um dia quis ser.
O doente:
Aquele que tem brincado com a morte;
O homem que chegou perto dela
muitas vezes até.
O que esqueceu da família que o ama,
Não percebeu que muitos sofreriam com sua ausência..
Não pensou que era amado
por às vezes nem um sorriso ter a oferecer.
Não lembrou do sangue que corre em suas veias,
nem de toda a ligação que se passa por trás daquilo que se chama Família.
Meu tio: o irmão da minha mãe.
A única família que eu tive
Corrompida!
Tanto de um lado quanto do outro
Agora.
Nada aconteceu como nossos ancestrais quiseram que fosse.
Ele deita naquela cama de hospital
Quase que sem assistência
Ao lado de tantos outros que merecem viver
Que, para mim, não merecem a vida tanto quanto ele
Porque ele é meu,
Parte de mim.
Parte de tudo aquilo que hoje já não existe mais...
Por mais que os outros mereçam a vida
tanto, ou mais que meu tio,
Meu tio é parte do que eu ainda insisto em querer viver.
Reviver...
Que viva,
Mesmo que sem mim.
Mas que não morra,
Independente de mim.
Não vou apagar meu comentário alcoólico.
Estou bebendo desde as 18 hrs.
Não sei que horas são
mas sei que já passam das 6.
Cerveja!
"Cerveja não dá nada"
já dizia meu tio, que um dia teve 21 anos
como eu,
e que bebeu cachaça até ontem
Mais de trinta anos depois...
Hoje internado em um hospital qualquer,
como um bêbado qualquer,
de um bairro qualquer
da cidade onde vivemos.
Dizem que é cirrose.
Dizem: uma médica qualquer.
Uma médica: que um dia quis ser médica tanto quanto eu quero ser,
Pelo mesmo motivo que hoje quero ser,
Que não sabe da metade da história que vivemos
Nem até onde chegamos.
E que já se esqueceu daquela que um dia quis ser.
O doente:
Aquele que tem brincado com a morte;
O homem que chegou perto dela
muitas vezes até.
O que esqueceu da família que o ama,
Não percebeu que muitos sofreriam com sua ausência..
Não pensou que era amado
por às vezes nem um sorriso ter a oferecer.
Não lembrou do sangue que corre em suas veias,
nem de toda a ligação que se passa por trás daquilo que se chama Família.
Meu tio: o irmão da minha mãe.
A única família que eu tive
Corrompida!
Tanto de um lado quanto do outro
Agora.
Nada aconteceu como nossos ancestrais quiseram que fosse.
Ele deita naquela cama de hospital
Quase que sem assistência
Ao lado de tantos outros que merecem viver
Que, para mim, não merecem a vida tanto quanto ele
Porque ele é meu,
Parte de mim.
Parte de tudo aquilo que hoje já não existe mais...
Por mais que os outros mereçam a vida
tanto, ou mais que meu tio,
Meu tio é parte do que eu ainda insisto em querer viver.
Reviver...
Que viva,
Mesmo que sem mim.
Mas que não morra,
Independente de mim.
domingo, 8 de agosto de 2010
Sobered up.
Não sinto mais aquela dor tão forte..
Dor tão intensa que me fazia acreditar que poderia tocá-la.
Dor exata por motivos inexatos
Motivos não-motivos.
Porque nada justifica tanta dor.
Saí do buraco em que me encontrava.
Ainda não estou no alto da colina onde a felicidade mora
Até porque acho que a felicidade não mora,
só visita.
E ela há de vir me ver
porque agora as minhas portas estão abertas.
E acredito que só isso basta.
Estou reflorindo meu jardim,
onde só havia flores mortas
Estou cuidando de mim,
Como há tempos não fazia..
Voltei a lembrar de quem eu era
e a gostar de quem eu sou.
Agora me enxergo além das cicatrizes
que o passado me deixou.
Ainda lembro do que aconteceu
E de vez em quando eu choro
Não apagaram minha memória
Estou apenas aprendendo a lidar com aquilo que me foi dado.
Penso em ti a cada dia menos
e em mim, cada dia mais.
E assim a vida vai acontecendo
Te deixando de lado, mas não te esquecendo..
Dor tão intensa que me fazia acreditar que poderia tocá-la.
Dor exata por motivos inexatos
Motivos não-motivos.
Porque nada justifica tanta dor.
Saí do buraco em que me encontrava.
Ainda não estou no alto da colina onde a felicidade mora
Até porque acho que a felicidade não mora,
só visita.
E ela há de vir me ver
porque agora as minhas portas estão abertas.
E acredito que só isso basta.
Estou reflorindo meu jardim,
onde só havia flores mortas
Estou cuidando de mim,
Como há tempos não fazia..
Voltei a lembrar de quem eu era
e a gostar de quem eu sou.
Agora me enxergo além das cicatrizes
que o passado me deixou.
Ainda lembro do que aconteceu
E de vez em quando eu choro
Não apagaram minha memória
Estou apenas aprendendo a lidar com aquilo que me foi dado.
Penso em ti a cada dia menos
e em mim, cada dia mais.
E assim a vida vai acontecendo
Te deixando de lado, mas não te esquecendo..
E até lá...
Só sei fazer aquilo que quero fazer.
É só isso que posso fazer...
Sou imediatista ao extremo!
Não sei deixar minhas unhas crescerem, nem deixar de comer para perder alguns quilos em um mês.
Não consigo jogar jogos de amor, fingindo não sentir aquilo que sinto no momento, para talvez ter alguma recíproca depois.
Não penso em viver como se não houvesse amanhã, porque ao meu ver, podemos nem mesmo ter o amanhã...
Só talvez algumas horas a mais.
Faço aquilo que gosto.
E ainda bem que gosto de muita coisa.
Gosto de todo o caminho que me leva à medicina. Desde as briófitas do vestibular até a magnífica arte que há em um tecido ósseo humano.
Gosto de tudo que é novo, e tudo é novo.
Gosto de linguagens diferentes, caminhos diferentes, pensamentos divergentes...
Nego tudo aquilo que me é alheio,
mas paro e penso.
Avalio.
Reconsidero.
Me reformulo,
E aceito
(ou não).
Hoje vejo que não há nada que eu não possa querer
Nada que eu não possa querer ser.
Nada que eu não possa me tornar
E renegar depois.
Porque não existe nada tão definitivo quanto a morte,
e mesmo assim,
alguns ainda refutam tal afirmação.
Continuo procrastinando o que me parece distante e infinito.
Faço aquilo que me dá prazer,
e muito me dá prazer.
Ainda bem.
É só isso que posso fazer...
Sou imediatista ao extremo!
Não sei deixar minhas unhas crescerem, nem deixar de comer para perder alguns quilos em um mês.
Não consigo jogar jogos de amor, fingindo não sentir aquilo que sinto no momento, para talvez ter alguma recíproca depois.
Não penso em viver como se não houvesse amanhã, porque ao meu ver, podemos nem mesmo ter o amanhã...
Só talvez algumas horas a mais.
Faço aquilo que gosto.
E ainda bem que gosto de muita coisa.
Gosto de todo o caminho que me leva à medicina. Desde as briófitas do vestibular até a magnífica arte que há em um tecido ósseo humano.
Gosto de tudo que é novo, e tudo é novo.
Gosto de linguagens diferentes, caminhos diferentes, pensamentos divergentes...
Nego tudo aquilo que me é alheio,
mas paro e penso.
Avalio.
Reconsidero.
Me reformulo,
E aceito
(ou não).
Hoje vejo que não há nada que eu não possa querer
Nada que eu não possa querer ser.
Nada que eu não possa me tornar
E renegar depois.
Porque não existe nada tão definitivo quanto a morte,
e mesmo assim,
alguns ainda refutam tal afirmação.
Continuo procrastinando o que me parece distante e infinito.
Faço aquilo que me dá prazer,
e muito me dá prazer.
Ainda bem.
Th-th-tha-that don't kill you
can harm you enough to make you wish you were dead.
You don't notice how strong you're getting while you're still in pain
But you will get there.
Your story will be told
By you or by someone other than you...
You don't notice how strong you're getting while you're still in pain
But you will get there.
Your story will be told
By you or by someone other than you...
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
It doesn't matter why I write it, but HOW I write it!
Do you love me?
Why do you love me for?
You have your reasons to love me
Although I don't deserve your love.
You love me for the image that you've built of me
and I'm nothing like you've pictured me.
Who am I to go against your thoughts of me?
Specially if your words sound better than what I think of me?
Why do you love me for?
You have your reasons to love me
Although I don't deserve your love.
You love me for the image that you've built of me
and I'm nothing like you've pictured me.
Who am I to go against your thoughts of me?
Specially if your words sound better than what I think of me?
A profundidade do teu olhar é algo que procuro até hoje...
Meus olhos são negros, mas os teus são infinitos...
Tu tens aquele mistério que toda menina procura até crescer
Crescer e ver que o mistério faz parte do conto de fadas
E o conto de fadas faz parte da infância.
Agora sou mulher e procuro a verdade
Aquela verdade que o ser humano é capaz compreender.
A verdade que corresponde às atitudes dos planos utópicos, ou não.
A verdade:
Filosófica, utópica, trazida pela fé ou pelos fatos que transparecem aquilo que parece ser verdade,
ou não..
Procuro aquilo que me parece real.
O infinito que via em teu olhar não é verdadeiro
Mas ainda assim, o procuro...
O procuro como algo tão real quanto um conto de fadas para uma criança.
Sei que não existe, mas não quero ter a esperança perdida tão cedo..
Te amo porque não quero acreditar que o meu amor é só teu.
Quero ainda encontrar um olhar tão profundo quanto o teu
Que tenha uma história para contar,
e espaço para uma história a ser vivida.
Nosso amor foi confuso e incompreendido
por tantos outros e por nós..
Mas foi verdadeiro!
Tão verdadeiro quanto uma história contada por um qualquer,
e tão desejada quanto um amor sonhado por qualquer outro romântico
Mais romântico que eu,
Que ainda não acredita no amor que nós vivemos.
E nem nunca acreditará.
Tu tens aquele mistério que toda menina procura até crescer
Crescer e ver que o mistério faz parte do conto de fadas
E o conto de fadas faz parte da infância.
Agora sou mulher e procuro a verdade
Aquela verdade que o ser humano é capaz compreender.
A verdade que corresponde às atitudes dos planos utópicos, ou não.
A verdade:
Filosófica, utópica, trazida pela fé ou pelos fatos que transparecem aquilo que parece ser verdade,
ou não..
Procuro aquilo que me parece real.
O infinito que via em teu olhar não é verdadeiro
Mas ainda assim, o procuro...
O procuro como algo tão real quanto um conto de fadas para uma criança.
Sei que não existe, mas não quero ter a esperança perdida tão cedo..
Te amo porque não quero acreditar que o meu amor é só teu.
Quero ainda encontrar um olhar tão profundo quanto o teu
Que tenha uma história para contar,
e espaço para uma história a ser vivida.
Nosso amor foi confuso e incompreendido
por tantos outros e por nós..
Mas foi verdadeiro!
Tão verdadeiro quanto uma história contada por um qualquer,
e tão desejada quanto um amor sonhado por qualquer outro romântico
Mais romântico que eu,
Que ainda não acredita no amor que nós vivemos.
E nem nunca acreditará.
What's there to say?
I admire your drunken words
cause I can't find them when I drink
You get there and you scream
You say whatever it is that makes you think
I drink and I can't find what motif has made me drink at all
but I think...
I think about what has lead me to this
and it isn't a good reason, I know
but the consequences are much better than what you've expeted
I KNOW.
cause I can't find them when I drink
You get there and you scream
You say whatever it is that makes you think
I drink and I can't find what motif has made me drink at all
but I think...
I think about what has lead me to this
and it isn't a good reason, I know
but the consequences are much better than what you've expeted
I KNOW.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
6 am.
I wait for your Good Night words.
I still wait for them when I go to sleep...
I know they won't come
as I know they're not the reason why I fall asleep.
But I still wait for them, along with your Good Night kiss.
They were meaningless when I had them
but now,
I miss them as much as the air lacking in my lungs.
I light up these cigarrettes...
and I smoke them cause I've got nothing else
Nothing else for you...
Nothing to blame
Nothing to praise.
I've got nothing...
but my 'nothing' is more than the 'something' you've got.
Cause I'm full.
I'm full of feelings, thoughts and words..
My 'nothing' is something you won't ever have.
Because when I say I have nothing to give, I still have a lot in me.
and that's something you won't ever know..
I still wait for them when I go to sleep...
I know they won't come
as I know they're not the reason why I fall asleep.
But I still wait for them, along with your Good Night kiss.
They were meaningless when I had them
but now,
I miss them as much as the air lacking in my lungs.
I light up these cigarrettes...
and I smoke them cause I've got nothing else
Nothing else for you...
Nothing to blame
Nothing to praise.
I've got nothing...
but my 'nothing' is more than the 'something' you've got.
Cause I'm full.
I'm full of feelings, thoughts and words..
My 'nothing' is something you won't ever have.
Because when I say I have nothing to give, I still have a lot in me.
and that's something you won't ever know..
You tell me!
Talvez Bukowski não fizesse tanto sucesso se seu sobrenome fosse Andrade...
Se assim fosse, sua linguagem teria que ser tão boa quanto a de Carlos Drummond de Andrade.
Ou melhor.
Meu sobrenome é tão comum quanto o de C. D. de Andrade, e minha linguagem é tão chula quanto a de Bukowski.
Não tenho a criatividade de ambos,
mas mesmo assim continuo escrevendo.
O que isso faz de mim?
Se assim fosse, sua linguagem teria que ser tão boa quanto a de Carlos Drummond de Andrade.
Ou melhor.
Meu sobrenome é tão comum quanto o de C. D. de Andrade, e minha linguagem é tão chula quanto a de Bukowski.
Não tenho a criatividade de ambos,
mas mesmo assim continuo escrevendo.
O que isso faz de mim?
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Untitled
Just do it
and I'll be there.
I know you miss how our legs used to tangle up in bed
and the heat coming from our bodies
soaked up in sweat.
No skin will ever taste as good as mine
and we both know that.
and I'll be there.
I know you miss how our legs used to tangle up in bed
and the heat coming from our bodies
soaked up in sweat.
No skin will ever taste as good as mine
and we both know that.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Happy birthday
Happy Birthday to the one who's nowhere to be found.
Happy Birthday to the one whose words have touched me like no other.
Happy Birthday to the one who's inspired me to be better.
Happy Birthday to the one with perfect family.
Happy Birthday to the one who truly loved me once.
Happy Birthday to the one with great taste in music.
Happy Birthday to the one who was always there when I needed the most.
Happy Birthday to the one whose love I was not ready for before.
Happy Birthday to the one who used to believe in my potential.
Happy Birthday to the one with the most criative jokes.
Happy Birthday to the one whose heart I've broken once.
Happy Birthday to the one who has broken my heart, as well.
Happy Birthday to the one with the weirdest ideas.
Happy Birthday to the one whose voice I still remember.
Happy Birthday to the one who's got the best hugs.
Happy Birthday to the one whose letters I will never forget.
Happy Birthday to the one friend I will always miss.
Happy Birthday to the one I love.
The one I will always love
Sebastian.
haha
Happy Birthday to the one whose words have touched me like no other.
Happy Birthday to the one who's inspired me to be better.
Happy Birthday to the one with perfect family.
Happy Birthday to the one who truly loved me once.
Happy Birthday to the one with great taste in music.
Happy Birthday to the one who was always there when I needed the most.
Happy Birthday to the one whose love I was not ready for before.
Happy Birthday to the one who used to believe in my potential.
Happy Birthday to the one with the most criative jokes.
Happy Birthday to the one whose heart I've broken once.
Happy Birthday to the one who has broken my heart, as well.
Happy Birthday to the one with the weirdest ideas.
Happy Birthday to the one whose voice I still remember.
Happy Birthday to the one who's got the best hugs.
Happy Birthday to the one whose letters I will never forget.
Happy Birthday to the one friend I will always miss.
Happy Birthday to the one I love.
The one I will always love
Sebastian.
haha
sábado, 31 de julho de 2010
Sonhay.
Essa noite o sonho foi engraçado. Preciso contar para não esquecer.
Sonhei que estava de frente para minha mãe, quando por trás dela chega um homem de máscara com uma bazuca. Falei baixinho que não deveríamos nos mexer... Ele chegou perto de nós, pensando que estávamos dormindo sentadas. Quando passou pelo meu lado, conversamos. Ele era da CIA e estava atrás da minha irmã, que era suspeita de vender fórmulas emagrecedoras ilegais. O convenci que na minha dispensa só tinha "Sopão". Acho que devíamos ter conversado bastante, porque, next thing I know, nós estávamos namorando (embora eu ainda não tivesse visto o rosto dele). haha
End of act one.
Na próxima parte do sonho, eu ainda estava namorando o tal cara da CIA, e conversava com ele por telefone, já que ele estava em Bangladesh, em uma missão secreta. Eu estava na casa de uma senhora que queria vender seu apartamento na P. Chagas. O apartamento era pequeno, mas eu ignorei todos os defeitos por causa da localização. A condição de venda era que eu ficasse com o filho dela: um rapaz deficiente mental, babão e violento. Não quis, of course. E para me salvar dessa enrascada, meu namorado da CIA apareceu. Era lindo. Moreno com os olhos claros, sorriso bonito e imperfeito. Fiquei feliz por ter escolhido bem, mesmo sem saber... Ele tentou convencer a tal senhora que estávamos apaixonados e por isso eu não podia ficar com o filho dela, embora quisesse muito comprar o apartamento.
End of act II.
Minha mãe me acordou. Falei qualquer coisa para ela e voltei a dormir. Concentrada em tentar achar meu namorado bonito. Sem sucesso. Sonhei com outra coisa...
Sonhei que tinha voltado para a casa da família com quem morei por quatro meses nos EUA (a mesma família que me expulsou de casa por eu nao querer mais morar lá).
Cheguei na casa, que estava completamente mudada, com receio de ser mal tratada. Fiquei quietinha na sala, esperando alguém aparecer.. Foi quando vi quatro rastafaris iguais pintando quadros lindos. Logo depois, chegou minha "mãe" americana. Ela estava mudada. Até fumou um cigarro comigo..Estranhei.
Convidei meu "irmãozinho" americano, que já estava crescidinho, para vir para o Brasil comigo.
Chegando aqui, lembro de ter ido no Bourbon com ele para comprar Coca Cola. Encontrei alguns conhecidos metidos a "mano do rap" na fila e os apresentei para o menino. O guri desapareceu.
End of Act III
Eu estava de volta na casa da família americana... sem o guri. Descobri que ele tinha ido parar na favela da Rocinha com os tais "manos do rap". Menti para os pais dele que ele estava com a minha mãe e fiquei lá enquanto tentava convencer o pivete a voltar para casa pelo msn.
Problemas de conexão da internet, problemas de comunicação.. Eu já estava indignada com o piá e nada de ele querer voltar pra casa.
Os pais americanos decidiram me levar para dar uma volta pela cidade. Eles nem desconfiavam que o guri não estava em 'boas mãos' e eu pretendia que continuassem assim.
Eles me levaram para um lugar muito bonito, o que depois descobri que era um cemitério de animais. Havia porcos sem pele na terra, cachorros, pássaros... todo tipo de bicho lá. Alguns enterrados, outros não.
O "pai" começou a cavar um buraco para enterrar a caixa que segurava nas mãos. Não sei bem o que era.
Nem parei para perguntar porque vi um palácio tão gigante, mas tão gigante, que esqueci de qualquer outra dúvida que eu poderia ter tido.
Perguntei de quem era aquilo tudo. Logo uma moça apareceu, meio parecida comigo até... Eles disseram que a casa era dela.
Não sei de onde veio tanta raiva. Xinguei a coitada até não poder mais. haha
Eu dizia que se ela era tão rica, então que fosse para Bora Bora, que fosse viajar o mundo... Morar em uma casa tão grande só para ocupar espaço era disperdício!
Ela não tinha muito o que me dizer, não deveria estar acostumada com tanta falta de educação. Derrubou meu celular no chão, junto com o dela."Sem querer". Senti uma maldade no olhar...Ela queria trocar nossos celulares para poder ler as mensagens do meu "irmão" americano, para provar que ele estava na Rocinha, e não na casa da minha mãe. Tentativa frustrada. Peguei o meu celular e agi como se não soubesse das intenções dela.
Ela já me conhecia. Eu que não sabia quem ela era!
End of act IV.
Minha mãe me acordou. Acordei curiosa para saber quem era essa tal... Queria ao menos ter podido devolver o adolescente para os pais... Minha mãe sempre me acorda quando eu estou prestes a desvendar um mistério.
Caralho!
Sonhei que estava de frente para minha mãe, quando por trás dela chega um homem de máscara com uma bazuca. Falei baixinho que não deveríamos nos mexer... Ele chegou perto de nós, pensando que estávamos dormindo sentadas. Quando passou pelo meu lado, conversamos. Ele era da CIA e estava atrás da minha irmã, que era suspeita de vender fórmulas emagrecedoras ilegais. O convenci que na minha dispensa só tinha "Sopão". Acho que devíamos ter conversado bastante, porque, next thing I know, nós estávamos namorando (embora eu ainda não tivesse visto o rosto dele). haha
End of act one.
Na próxima parte do sonho, eu ainda estava namorando o tal cara da CIA, e conversava com ele por telefone, já que ele estava em Bangladesh, em uma missão secreta. Eu estava na casa de uma senhora que queria vender seu apartamento na P. Chagas. O apartamento era pequeno, mas eu ignorei todos os defeitos por causa da localização. A condição de venda era que eu ficasse com o filho dela: um rapaz deficiente mental, babão e violento. Não quis, of course. E para me salvar dessa enrascada, meu namorado da CIA apareceu. Era lindo. Moreno com os olhos claros, sorriso bonito e imperfeito. Fiquei feliz por ter escolhido bem, mesmo sem saber... Ele tentou convencer a tal senhora que estávamos apaixonados e por isso eu não podia ficar com o filho dela, embora quisesse muito comprar o apartamento.
End of act II.
Minha mãe me acordou. Falei qualquer coisa para ela e voltei a dormir. Concentrada em tentar achar meu namorado bonito. Sem sucesso. Sonhei com outra coisa...
Sonhei que tinha voltado para a casa da família com quem morei por quatro meses nos EUA (a mesma família que me expulsou de casa por eu nao querer mais morar lá).
Cheguei na casa, que estava completamente mudada, com receio de ser mal tratada. Fiquei quietinha na sala, esperando alguém aparecer.. Foi quando vi quatro rastafaris iguais pintando quadros lindos. Logo depois, chegou minha "mãe" americana. Ela estava mudada. Até fumou um cigarro comigo..Estranhei.
Convidei meu "irmãozinho" americano, que já estava crescidinho, para vir para o Brasil comigo.
Chegando aqui, lembro de ter ido no Bourbon com ele para comprar Coca Cola. Encontrei alguns conhecidos metidos a "mano do rap" na fila e os apresentei para o menino. O guri desapareceu.
End of Act III
Eu estava de volta na casa da família americana... sem o guri. Descobri que ele tinha ido parar na favela da Rocinha com os tais "manos do rap". Menti para os pais dele que ele estava com a minha mãe e fiquei lá enquanto tentava convencer o pivete a voltar para casa pelo msn.
Problemas de conexão da internet, problemas de comunicação.. Eu já estava indignada com o piá e nada de ele querer voltar pra casa.
Os pais americanos decidiram me levar para dar uma volta pela cidade. Eles nem desconfiavam que o guri não estava em 'boas mãos' e eu pretendia que continuassem assim.
Eles me levaram para um lugar muito bonito, o que depois descobri que era um cemitério de animais. Havia porcos sem pele na terra, cachorros, pássaros... todo tipo de bicho lá. Alguns enterrados, outros não.
O "pai" começou a cavar um buraco para enterrar a caixa que segurava nas mãos. Não sei bem o que era.
Nem parei para perguntar porque vi um palácio tão gigante, mas tão gigante, que esqueci de qualquer outra dúvida que eu poderia ter tido.
Perguntei de quem era aquilo tudo. Logo uma moça apareceu, meio parecida comigo até... Eles disseram que a casa era dela.
Não sei de onde veio tanta raiva. Xinguei a coitada até não poder mais. haha
Eu dizia que se ela era tão rica, então que fosse para Bora Bora, que fosse viajar o mundo... Morar em uma casa tão grande só para ocupar espaço era disperdício!
Ela não tinha muito o que me dizer, não deveria estar acostumada com tanta falta de educação. Derrubou meu celular no chão, junto com o dela."Sem querer". Senti uma maldade no olhar...Ela queria trocar nossos celulares para poder ler as mensagens do meu "irmão" americano, para provar que ele estava na Rocinha, e não na casa da minha mãe. Tentativa frustrada. Peguei o meu celular e agi como se não soubesse das intenções dela.
Ela já me conhecia. Eu que não sabia quem ela era!
End of act IV.
Minha mãe me acordou. Acordei curiosa para saber quem era essa tal... Queria ao menos ter podido devolver o adolescente para os pais... Minha mãe sempre me acorda quando eu estou prestes a desvendar um mistério.
Caralho!
Diarréia mental de marmita velha. Só pode.
Não sei bem onde quero chegar com este post.
Depois de uma garrafa de clericot já me basta escrever.
Não estou bêbada (não comi as frutinhas).
Estou com vontade de por pra fora não sei o quê.
Hoje tudo correu bem e mesmo assim ainda existe 'aflição'.
Eu estou feliz, mas pensante...
Às vezes acho que os seres não-pensantes são os mais felizes. Alberto Caeiros da vida, sabe? Nesse estilo. Não no sentido de não pensar, period. haha
Esses também devem ser mais felizes, mas não os admiro.
Gosto dos Alberto Caeiros.. Aqueles que pensam, mas não dissecam cada motivo e por quê.
Enfim... este é um post sobre NOTHING. (ou anything)
Sobre o quanto tenho pensado no meu tal mundo utópico e o quanto tenho tentado esquecê-lo.
Sobre o quanto tenho pensado sobre o jeito que as coisas são e não deixarão de ser (embora às vezes não sejam como tendem a ser)...
Etc, etc, etc.
O bom de um post sobre nada é que eu posso mudar de assunto e falar sobre qualquer coisa aleatória sem me sentir culpada.
...
Saudade do meu amigo "que cheira bem". Ele saberia que é saudade dele, se ele ao menos soubesse que eu voltei a escrever.
Acho que na maior parte das vezes que eu pego uma caneta para escrever, seja lá o que for, eu penso nele. Ele é o cara que transforma sentimento em palavras e, more importantly, palavras em sentimento; como eu já disse pra ele diversas vezes.
Muita saudade...
às vezes acho que eu não estaria passando por 'isso' se ele estivesse ao meu lado (nossas conversas sempre me ajudaram). Massss.. como é muito fácil sair inventando coisas que poderiam me fazer não estar 'assim', eu prefiro não dar certeza sobre nada disso.. Sinto falta dele igual.
Isso me faz lembrar das pautas mentais da semana:
"Wouldn't ya?"
(hahaha, me senti meio Bukowski agora.. Depois explico, agora vou comer. Tchaus)
Depois de uma garrafa de clericot já me basta escrever.
Não estou bêbada (não comi as frutinhas).
Estou com vontade de por pra fora não sei o quê.
Hoje tudo correu bem e mesmo assim ainda existe 'aflição'.
Eu estou feliz, mas pensante...
Às vezes acho que os seres não-pensantes são os mais felizes. Alberto Caeiros da vida, sabe? Nesse estilo. Não no sentido de não pensar, period. haha
Esses também devem ser mais felizes, mas não os admiro.
Gosto dos Alberto Caeiros.. Aqueles que pensam, mas não dissecam cada motivo e por quê.
Enfim... este é um post sobre NOTHING. (ou anything)
Sobre o quanto tenho pensado no meu tal mundo utópico e o quanto tenho tentado esquecê-lo.
Sobre o quanto tenho pensado sobre o jeito que as coisas são e não deixarão de ser (embora às vezes não sejam como tendem a ser)...
Etc, etc, etc.
O bom de um post sobre nada é que eu posso mudar de assunto e falar sobre qualquer coisa aleatória sem me sentir culpada.
...
Saudade do meu amigo "que cheira bem". Ele saberia que é saudade dele, se ele ao menos soubesse que eu voltei a escrever.
Acho que na maior parte das vezes que eu pego uma caneta para escrever, seja lá o que for, eu penso nele. Ele é o cara que transforma sentimento em palavras e, more importantly, palavras em sentimento; como eu já disse pra ele diversas vezes.
Muita saudade...
às vezes acho que eu não estaria passando por 'isso' se ele estivesse ao meu lado (nossas conversas sempre me ajudaram). Massss.. como é muito fácil sair inventando coisas que poderiam me fazer não estar 'assim', eu prefiro não dar certeza sobre nada disso.. Sinto falta dele igual.
Isso me faz lembrar das pautas mentais da semana:
- Homens Embucetados.
- Pessoas que "settle for less" porque acham que não merecem nada melhor.
- Mulheres carentes que insistem nos homens errados, só porque de início eles deram um sorrisinho a mais para elas (mas que depois fugiram).
- A crise dos 50 de 2010 dá medo.
"Wouldn't ya?"
(hahaha, me senti meio Bukowski agora.. Depois explico, agora vou comer. Tchaus)
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Girls Night Out
For the first time in months.
Vou sair.
Estou esperando uma amiga vir me buscar para irmos num barzinho. Coisa light. Ainda não quero enfrentar baladas e stress de camarotes e gente se roçando e esbarrando em mim... Isso irrita muito, e eu ando bastante irritável.
Estou feliz em poder sair, ver pessoas interessantes e conversar com o barulho de gente conversando. Sinto falta.
Não quer dizer que eu não esteja nervosa. Minhas mãos estão suando desde que decidi que iria sair! Parece até que nunca fiz isso antes. É um sentimento estranho, de alegria e apreensão ao mesmo tempo.
Gosto de às vezes dar um passo maior que as pernas. É necessário, em tudo na vida, eu acho.
Precisamos ousar!
Para mim, ir em um barzinho à noite não seria ousadia há alguns meses atrás.. Seria rotina.
É estranho como tudo parece ter mudado de uma hora para outra.
Em março eu caminhava nas ruas do Rio de Janeiro, às 3 da madrugada, como se nada de ruim pudesse acontecer.
Em abril, eu estava alegre e sorridente, indo para a Europa em um navio, sem medo algum de que ele pudesse afundar.
Há 3 anos atrás eu fui morar nos Estados Unidos, sozinha. Minha primeira viagem longa de avião, sozinha. Não tinha medo algum.
O que será que aconteceu?
Não sei.. não quero pensar nisso agora.
Agora eu tenho que retocar a maquiagem porque minha amiga já demorou demais e estou "derretendo".
Hoje eu darei o próximo passo, dos muitos que terei que dar, que me levará de volta à minha vida normal.
Coisa boa.
Obrigada a todos que estiveram do meu lado, me ajudando, me incentivando e cuidando de mim.
Não sei se ainda é a hora de agradecer, mas fiquei com vontade. Depois agradeço de novo; e mil vezes se for preciso - porque se não fosse por algumas pessoas na minha vida, eu ainda estaria trancada no quarto, chorando.
Thank you all, very much.
E que venha a night, e os gatos gênios e as conversas de botecos que eu ADOOOOOOOOOOOOORO.
haha
Vou sair.
Estou esperando uma amiga vir me buscar para irmos num barzinho. Coisa light. Ainda não quero enfrentar baladas e stress de camarotes e gente se roçando e esbarrando em mim... Isso irrita muito, e eu ando bastante irritável.
Estou feliz em poder sair, ver pessoas interessantes e conversar com o barulho de gente conversando. Sinto falta.
Não quer dizer que eu não esteja nervosa. Minhas mãos estão suando desde que decidi que iria sair! Parece até que nunca fiz isso antes. É um sentimento estranho, de alegria e apreensão ao mesmo tempo.
Gosto de às vezes dar um passo maior que as pernas. É necessário, em tudo na vida, eu acho.
Precisamos ousar!
Para mim, ir em um barzinho à noite não seria ousadia há alguns meses atrás.. Seria rotina.
É estranho como tudo parece ter mudado de uma hora para outra.
Em março eu caminhava nas ruas do Rio de Janeiro, às 3 da madrugada, como se nada de ruim pudesse acontecer.
Em abril, eu estava alegre e sorridente, indo para a Europa em um navio, sem medo algum de que ele pudesse afundar.
Há 3 anos atrás eu fui morar nos Estados Unidos, sozinha. Minha primeira viagem longa de avião, sozinha. Não tinha medo algum.
O que será que aconteceu?
Não sei.. não quero pensar nisso agora.
Agora eu tenho que retocar a maquiagem porque minha amiga já demorou demais e estou "derretendo".
Hoje eu darei o próximo passo, dos muitos que terei que dar, que me levará de volta à minha vida normal.
Coisa boa.
Obrigada a todos que estiveram do meu lado, me ajudando, me incentivando e cuidando de mim.
Não sei se ainda é a hora de agradecer, mas fiquei com vontade. Depois agradeço de novo; e mil vezes se for preciso - porque se não fosse por algumas pessoas na minha vida, eu ainda estaria trancada no quarto, chorando.
Thank you all, very much.
E que venha a night, e os gatos gênios e as conversas de botecos que eu ADOOOOOOOOOOOOORO.
haha
quinta-feira, 29 de julho de 2010
O superficial é essencial
Às vezes não adianta ter o dom da palavra.
Às vezes declarações poéticas de amor não têm significado algum. (para alguns)
De vez em quando, tudo não passa de nada além da carne.
Do corpo.
O superficial é essencial.
De que adiantam palavras, sentimentos, pensamentos profundos?
A superficialidade das frases previsíveis, dos clichês redundantes e das citações genéricas tem muito mais efeito. (em alguns)
O amor entre duas pessoas não deve ser medido em palavras.
Porque não existem palavras capazes de qualificar ou quantitizar um amor com exatidão.
As minhas palavras eram mais bonitas que as dela
Mas o amor deles é mais belo que o meu.
Porque é recíproco.
A recíproca que está na superfície que me é permitido enxergar.
Que ao meu ver, ainda é muito superficial.
Amor da carne, do corpo...
Que não deixa de ser amor
E é mais belo que o meu
Porque é recíproco.
Às vezes declarações poéticas de amor não têm significado algum. (para alguns)
De vez em quando, tudo não passa de nada além da carne.
Do corpo.
O superficial é essencial.
De que adiantam palavras, sentimentos, pensamentos profundos?
A superficialidade das frases previsíveis, dos clichês redundantes e das citações genéricas tem muito mais efeito. (em alguns)
O amor entre duas pessoas não deve ser medido em palavras.
Porque não existem palavras capazes de qualificar ou quantitizar um amor com exatidão.
As minhas palavras eram mais bonitas que as dela
Mas o amor deles é mais belo que o meu.
Porque é recíproco.
A recíproca que está na superfície que me é permitido enxergar.
Que ao meu ver, ainda é muito superficial.
Amor da carne, do corpo...
Que não deixa de ser amor
E é mais belo que o meu
Porque é recíproco.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Ninguém escreve quando está feliz.
Quando digo "ninguém", eu quero dizer "eu".
Quem está feliz está ocupado, vivendo a vida. Ou pelo menos eu sou assim. haha
Eu escrevo aqui sobre aquilo que me aborrece, aquilo que me intriga, aquilo que me faz sentir um aperto no peito...
Quando eu estou alegre e saltitante, estou na rua, com amigos (ou em casa lendo um livro - não quero dar a entender que só estou feliz quando tenho alguém por perto.Na verdade até gosto mais de ficar sozinha)*.
Isto aqui é o meu outlet de sentimentos que geralmente ninguém gosta de falar nem gosta de ouvir.
Eu não sou total deprê. Aqueles que convivem comigo me vêem sempre sorrindo ou tentando fazer as pessoas sorrirem.. Pareço muito feliz. Certo que o vizinho acha que a minha grama é mais verde... mas não é.
A regra do blog é essa: escrevo sobre aquilo que preciso por pra fora.
Exceção é quando estou em casa, feliz com a vida e decido falar sobre qualquer besteira aleatória. Pode acontecer também. Sei ser engraçadinha quando quero. haha
Vou dormir... quando eu escrevo com este nível de sono, geralmente acordo no dia seguinte sem lembrar de nada que escrevi. Às vezes me arrependo. Às vezes me acho o máximo.
Quem está feliz está ocupado, vivendo a vida. Ou pelo menos eu sou assim. haha
Eu escrevo aqui sobre aquilo que me aborrece, aquilo que me intriga, aquilo que me faz sentir um aperto no peito...
Quando eu estou alegre e saltitante, estou na rua, com amigos (ou em casa lendo um livro - não quero dar a entender que só estou feliz quando tenho alguém por perto.Na verdade até gosto mais de ficar sozinha)*.
Isto aqui é o meu outlet de sentimentos que geralmente ninguém gosta de falar nem gosta de ouvir.
Eu não sou total deprê. Aqueles que convivem comigo me vêem sempre sorrindo ou tentando fazer as pessoas sorrirem.. Pareço muito feliz. Certo que o vizinho acha que a minha grama é mais verde... mas não é.
A regra do blog é essa: escrevo sobre aquilo que preciso por pra fora.
Exceção é quando estou em casa, feliz com a vida e decido falar sobre qualquer besteira aleatória. Pode acontecer também. Sei ser engraçadinha quando quero. haha
Vou dormir... quando eu escrevo com este nível de sono, geralmente acordo no dia seguinte sem lembrar de nada que escrevi. Às vezes me arrependo. Às vezes me acho o máximo.
*Parênteses extremamente longos me fazem lembrar do meu querido novo amigo Doyle Grey. haha
Depois que se cria um blog, novos amigos que escrevem afú começam a surgir.
www.cassiodoyle.tumblr.com
Tá valendo ler infinitas observações que fazem sentido.
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